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Revista Viver - Vidas e Veredas da Raia

A revista VIVER - Vidas e Veredas da Raia é uma publicação semestral, propriedade da ADRACES - Associação para o Desenvolvimento da Raia Centro Sul, para a informação, formação para o Desenvolvimento e promoção da qualidade e nível de vida das pessoas que habitam a sub-região em que estamos inseridos.
 
Em cada semestre é desenvolvido um tema central, complementado por conteúdos que abrangem os diferentes temas relacionados com os objetivos da publicação.
 
A "VIVER" é independente de quaisquer poderes políticos e/ou económicos, não estando ao serviço de qualquer orientação pública ou doutrinária.
 
É, antes, um espaço aberto às pessoas que se preocupam com o exercício da cidadania, da coesão social e da promoção do desenvolvimento local e rural.
 
A "VIVER" está aberta à colaboração e intervenção dos seus leitores, quer através de artigos de opinião, envio de documentos, estudos ou trabalhos dentro do seu objeto, ou através de sugestões sobre temas a tratar nas suas páginas.
 
A "VIVER" pretende contribuir de forma especializada e credível para a formação de uma opinião pública esclarecida e crítica em questões de desenvolvimento local em meio rural, condição indispensável para se conseguir uma realidade (rural) social e economicamente mais justa e integrada.
 
A "VIVER" aborda territorialmente as questões específicas da área de intervenção da ADRACES e, tematicamente, as relacionadas com o Desenvolvimento Local em espaços rurais, numa perspetiva nacional e europeia.
 
A “VIVER” tem circulação sistemática por entrega direta entre as populações da Beira Interior Sul e seletiva a nível nacional e europeu, por envio postal, sobretudo ao nível das Instituições públicas regionais, centrais e europeias.
 
Aceda à Revista Viver: http://www.adraces.pt/revista

Retrato de Portugal: Edição Especial 30 anos da União Europeia

Um resumo de indicadores desde 1986 até à atualidade, números que contam a nossa história desde que somos membros da União Europeia.

Guia para principiantes em matéria de financiamento da UE

Se estiver a pensar em candidatar‑se a um financiamento da União Europeia (UE), então está no lugar certo! O presente guia pode ajudá‑lo a iniciar o processo se não tiver solicitado anteriormente financiamento da União, mas também será útil se tiver experiência prévia dos nossos programas.

Erasmus para jovens empreendedores

Erasmus para jovens empreendedores é um programa de intercâmbio transfronteiriço que visa ajudar os novos e potenciais empresários a adquirir competências relevantes para gerir e fazer crescer uma pequena empresa, trabalhando com um empresário bem sucedido, noutro país, durante um período de entre um a seis meses. Aumenta o seu know-how e promove a transferência de conhecimentos entre fronteiras e experiências entre empreendedores.

O programa demonstrou ter um impacto positivo no estímulo de práticas de negócio inovadoras, no desenvolvimento de novos produtos e serviços e na expansão para novos mercados nacionais. O programa Erasmus para jovens empreendedores foi lançado em 2009 pela Comissão Europeia na sequência de uma iniciativa do Parlamento Europeu.

O programa Erasmus para jovens empreendedores é uma das principais iniciativas no âmbito do plano de ação Empreendedorismo 2020, cujo objetivo é promover o espírito empresarial na Europa, apoiar novas empresas em fases cruciais dos seus ciclos de vida e apoiá-las no seu crescimento.

Relatório CE sobre Igualdade entre Mulheres e Homens em 2015

Foi recentemente lançada pela Comissão Europeia a nova edição do Relatório sobre a Igualdade entre Mulheres e Homens na União Europeia, que disponibiliza os dados mais atualizados sobre a Igualdade de Género na UE e nos seus Estados membros (2015).

Guia sobre Desenvolvimento Sustentável -17 objetivos para transformar o nosso mundo

“Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) são a nossa visão comum para a Humanidade e um contrato social entre os líderes mundiais e os povos”, disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. “São uma lista das coisas a fazer em nome dos povos e do planeta, e um plano para o sucesso”, acrescentou.

Os 17 ODS, aprovados por unanimidade por 193 Estados-membros da ONU, reunidos em Assembleia-Geral, visam resolver as necessidades das pessoas, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento, enfatizando que ninguém deve ser deixado para trás.
Os ODS foram pensados a partir do sucesso dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM), entre 2000 e 2015, e pretendem ir mais longe para acabar com todas as formas de pobreza.
Trata-se de uma agenda alargada e ambiciosa que aborda várias dimensões do desenvolvimento sustentável (social, económico, ambiental) e que promove a paz, a justiça e instituições eficazes.
A mobilização dos meios de implementação – dos recursos financeiros às tecnologias de desenvolvimento e transferência de capacitação – é também reconhecida como fundamental.
Transformar esta visão em realidade é essencialmente da responsabilidade dos governos dos países, mas irá exigir também novas parcerias e solidariedade internacional. Todos têm um papel a desempenhar.

A avaliação dos progressos terá de ser realizada regularmente, por cada país, envolvendo os governos, a sociedade civil, empresas e representantes dos vários grupos de interesse. Será utilizado um conjunto de indicadores globais, cujos resultados serão compilados num relatório anual.
 

Dez prioridades para a Europa

A União Europeia enfrenta desafios sem precedentes, desde um elevado desemprego, lento crescimento económico, incertezas económicas e uma enorme falta de investimento, até à pressão migratória e os desafios em matéria ambiental e de segurança, bem como a instabilidade dos seus países vizinhos. Muitos cidadãos perderam a confiança na capacidade de as instituições políticas, a todos os níveis, conseguirem lidar com estes desafios. Estão a ser postos em causa alguns dos resultados conseguidos até ao momento em matéria de integração europeia, como a livre circulação de pessoas e as fronteiras internas abertas. Assiste-se a um aumento do populismo e nacionalismo.

Em novembro de 2014, Jean-Claude Juncker assumiu a presidência da Comissão Europeia, o órgão executivo da União Europeia. Juncker foi eleito com base num programa político cujo objetivo primordial é a reconstrução de pontes na Europa e o restabelecimento da confiança dos cidadãos europeus, centrando as políticas da UE nos principais desafios que se colocam para as nossas economias e sociedades, visando também o fortalecimento da legitimidade democrática. A fim de enfrentar todos estes desafios, Jean-Claude Juncker identificou as 10 prioridades fundamentais, as quais se encontram descritas nesta brochura. Essas prioridades constituem a base do programa de trabalho das instituições da UE durante o ano 2015.
 

Apoio da União Europeia à luta contra a tortura e à abolição da pena de morte

Apesar dos esforços realizados pela comunidade internacional, a prática de tortura persiste e a impunidade dos seus autores continua a ser uma realidade em muitos países. Relatórios recentes de organizações da sociedade civil internacionais5 indicam que a tortura e os maus‑tratos continuam a ser praticados em 131 países. Por conseguinte, há ainda muito a fazer no domínio da prevenção da tortura e da reabilitação das vítimas.

Eurostat Regional Yearbook 2015


A informação estatística é uma ferramenta importante para a compreensão e quantificação do impacto das decisões políticas em um território ou região específica. O Eurostat Regional Yearbook 2015 dá uma imagem detalhada relativa a um vasto leque de temas estatísticos em todas as regiões dos Estados-Membros da União Europeia (UE), bem como as regiões da EFTA e dos países candidatos.

Números-Chave sobre a Educação Pré-escolar e Cuidados para a Infância na Europa 2014


O relatório da Rede Eurydice Números-Chave sobre a Educação Pré-escolar e Cuidados para a Infância na Europa 2014, publicado conjuntamente com o Eurostat, contribui para informar as iniciativas políticas nesta matéria, através da conjugação de dados estatísticos e de informação qualitativa para descrever a estrutura, organização e financiamento dos sistemas de educação pré-escolar e cuidados para a infância.

A Europa da livre circulação: o espaço Schengen

 
Em 1985 iniciou-se a supressão dos controlos nas fronteiras internas em toda a União Europeia. O Acordo de Schengen veio possibilitar a mais de 400 milhões de europeus viajar sem passaporte. Com apenas cinco membros iniciais, o espaço Schengen engloba hoje 26 países.
 

Viajar na Europa


A brochura atualizada da ECC Net – Centro Europeu do Consumidor constitui um guia completo para aqueles que pretendam deslocar-se pela União Europeia.


 

Como resolver o seu conflito de consumo sem passar pelos tribunais

Em Portugal, para assegurar aos consumidores o exercício do direito à proteção jurídica e à justiça acessível e pronta, tem sido promovida a criação de entidades vocacionadas para a resolução extrajudicial de conflitos na área do consumo. Conheça-las na edição de 2013 da ECC Net – Centro Europeu do Consumidor.

 

Sabores da Europa - Uma viagem culinária através da Europa em 27 receitas


Interessados em conhecer alguns dos sabores da Europa?
Então descarreguem aqui o e-book que vos permite fazer uma viagem culinária através da Europa em 27 receitas.


 

Problemas com a UE? Quem pode ajudá-lo?

"A União Europeia proporciona muitos benefícios aos seus cidadãos, residentes, empresas e associações. Os nacionais dos Estados- Membros da União Europeia também são cidadãos da União e têm uma série de direitos decorrentes da cidadania europeia. todavia, é possível que depare com alguns problemas quando quiser exercer os seus direitos.
 
Alguma vez se perguntou quem poderia ajudá-lo/a?..."

 

A Europa em 12 Lições

Pascal Fontaine

Para que serve a União Europeia? Por que foi criada e como? De que modo funciona? O que já obteve para os seus cidadãos e quais os novos desafios com que se defronta?

Na era da globalização, poderá a União Europeia competir com êxito com outras grandes economias, preservando os seus valores sociais? Qual será o papel da Europa na cena mundial nos anos vindouros? Até onde irão as fronteiras da União? Que futuro para o euro?

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